Ferramentas para lojas de som

Mau Exemplo

Lembro como se fosse hoje, a primeira vez que trabalhei em uma loja de som e acessórios. Foi em São Bernardo do Campo e meu primeiro trabalho foi instalar um PK200 em um GOL (Quadrado, lógico). Tudo o que eu tinha era um rolo de fita isolante, fios “flamenguinhos” e uma chaves de fenda e philips desgastadas.

A bancada era um pedaço de madeira com alguns “tocos” no chão. A serra tico tico tinha tanta folga que era impossível um corte de qualidade, mas a loja era bonita, chamava a atenção.

As instalações eram feitas em péssimas condições e não seguiam nenhuma regra elétrica.

 

Bom Exemplo

Em uma das ultimas empresas que trabalhei não há como esquecer, pela distância só suportei um ano mas adorava o que fazia, tudo o que eu precisava era disponibilizado de imediato. A regra era, com boas ferramentas se faz bons trabalhos.

Tive chances de conhecer ferramentas que jamais imaginei trabalhar com elas.

Os resultados? Eram surpreendentes. Todos que conheciam o trabalho dessa empresa sabiam que ali a qualidade era levada ao extremo.

 

Excelência é a chave para o crescimento

Coloquei duas estórias, minhas experiências para mostrar que sem boas ferramentas, por mais que você seja um ótimo profissional, não consegue ter excelência no que faz.

Não estou falando de ferramentas caras e sim de qualidade, apesar que muitas, custam caro devido a esse fator.

Muito comum clientes e até mesmo empresários, taxarem profissionais da área como incompetentes, mas sem o devido treinamento e condições de serviço como seria possivel?

Dentro da sua empresa existem escolhas, e essas é a diferença de um serviço de excelência ou apenas um “serviço”.

Falo diretamente aos empresários e profissionais que querem começar no ramo automotivo, de nada adianta ter conhecimento se não é possivel concretiza-lo. Os dois andam juntos e devem ser explorados ao máximo.

Como fã de programas televisivos de restauração automotiva recomendo que observem atentamente, as ferramentas são as melhores e extremamente levadas a sério. Muito destes programas são Norte Americanos e não preciso dizer que a paixão deles por ferramentas é algo fora do comum.

 

Hoje, no ramo de assistência técnica, foi-se o tempo em que para ser técnico, bastava um ferro de soldar e um multímetro analógico, no máximo um bastão de aterramento para descarregar o Flyback, hoje isso seria impossível.

Desta forma deixo aqui a dica, valorizem os profissionais presentes em sua empresa, e o reconhecimento disso é através de ferramentas de boa qualidade. Lembrando, elas não são eternas, sofrem desgaste e um dia quebrarão ou perderão a sua função, renove.

 

Porque escrevi esse post?

Por fim, escrevi esse post depois que minha chave Philips quebrou ao apertar um parafuso, parece que ainda ouço os antigos “patrões” que aquilo teria sido culpa minha. Mas uma coisa posso afirmar, a única empresa que sobreviveu foi a que eu falei logo acima, a do Bom exemplo.

chave gedore quebrada